Conteúdo publicado há 6 meses

Imagens mostram reféns do Hamas deixando Gaza e chegando ao Egito

Imagens mostram os primeiros reféns libertados pelo Hamas, após acordo com Israel, cruzando a fronteira do Egito em veículos da Cruz Vermelha. Todos tinham sido raptados no dia 7 de outubro.

O que aconteceu

Crianças e mulheres são vistas na primeira filmagem dos reféns em ambulâncias passando pela passagem de Rafah, no Egito, em 24 de novembro de 2023. Hamas e Israel firmaram um acordo de trégua de quatro dias em troca de liberação mútua de prisioneiros.

Além dos 13 reféns do acordo com Israel, também foram liberados outros 10 tailandeses e um filipino hoje. Não há informações sobre quando essas pessoas serão levadas a Israel, onde serão recebidas em hospitais.

Depois, Israel divulgou imagens do momento no qual as vans com os reféns cruzam a fronteira e entram no território israelense: "Bem-vindos", diz o post.

A Cruz Vermelha Internacional confirmou a operação: "A dor profunda que os membros da família separados de seus entes queridos sentem é indescritível. Estamos aliviados com o fato de que alguns serão reunidos após uma longa agonia", disse Fabrizio Carboni, diretor-regional do Comitê Internacional da Cruz Vermelha para o Oriente Próximo e Médio.

Do lado israelense, 39 prisioneiros palestinos foram libertados. No grupo estão 24 mulheres e 15 adolescentes - eles foram levados à prisão de Ofer, na Cisjordânia, e passam por exames de saúde junto a funcionários da Cruz Vermelha antes da libertação.

Brinquedos e psicólogos para receber os reféns

Forças de Defesa israelenses publicaram nas redes sociais um vídeo mostrando instalações preparadas para receber cidadãos sequestrados pelo Hamas. Eles receberão atendimento médico e psicológico e poderão ligar para suas famílias.

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Imagens também mostram brinquedos que serão disponibilizados a eles. A expectativa é que haja muitas crianças no grupo.

Em Israel, os reféns - incluindo mulheres e crianças - serão encaminhados para seis hospitais diferentes. Os militares israelenses publicaram uma nota pedindo ao público por "paciência e sensibilidade, e respeito à privacidade dos reféns libertados e da família deles".

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