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Tragédia em Brumadinho

Bolsonaro diz que ajuda de Israel a Brumadinho chega às 12h deste domingo

Do UOL, em São Paulo

27/01/2019 05h44

O presidente Jair Bolsonaro disse no Twitter, neste final de madrugada, que chegará ao meio-dia deste domingo (27) o reforço oferecido pelo premiê de Israel, Benjamin Netanyahu, para atuar nas buscas a vítimas do rompimento da barragem I da Mina do Feijão, em Brumadinho (MG). Segundo ele, um avião aterrissará em Belo Horizonte com 140 pessoas e 16 toneladas de equipamentos.

Médicos, engenheiros e especialistas em desastres se juntarão às mais 200 pessoas, entre bombeiros de Minas e oficiais do Rio de Janeiro e da Força Nacional, que têm trabalhado em 12 pontos da área atingida pela lama da barragem. 

O comando dos Bombeiros ainda tem esperança de encontrar sobreviventes. "Não estamos atrás de corpos, estamos atrás de pessoas", disse o coronel Anderson Almeida ontem. Segundo a corporação, 296 pessoas estão desaparecidas.

As buscas devem ser reiniciadas neste começo de manhã, depois de terem sido interrompidas às 20h de ontem para o esvaziamento da barragem VI, próxima à que se rompeu na sexta-feira (25) e que corre risco de desmoronamento. 

No final da noite, as equipes de resgate se reuniram para cruzar dados com a localização dos celulares das vítimas. A Justiça determinou que as operadoras de telefonia móvel informassem o sinal dos aparelhos de pessoas que estavam na região da barragem quando de seu rompimento.

Segundo os Bombeiros, até agora foram confirmadas 34 mortes - o que faz da tragédia de Brumadinho maior, em número de vítimas, que a de Mariana, ocorrida em novembro de 2015. Ontem, o governo de Minas Gerais chegou a informar que o número de havia subido para 40, mas voltou atrás e confirmou os dados dos bombeiros. Oito corpos já foram identificados por familiares, segundo a Polícia Civil de Minas.

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