Pesquisador ganha Prêmio Ig Nobel e comemora quebrando uma garrafa na cabeça

Do UOL Tabloide*
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O teatro Sanders Theatre, da Universidade Harvard (em Massachusetts, EUA), foi palco ontem (dia 1º) de um dos prêmios mais tabloideanos do mundo: o Ig Nobel, uma espécie de "Oscar" anual dos trabalhos científicos mais esdrúxulos do ano.

E Stephan Bolliger, da Universidade de Berna (Suíça), entrou no clima da premiação: quebrou uma garrafa de vidro de mentira em sua cabeça durante a cerimônia.
 

  • Steven Senne/AP

    O pesquisador Stephan Bolliger, da Universidade de Berna, mostra um jeito todo próprio de "brindar" uma conquista importante como o Ig Nobel: arrebentando uma garrafa na cabeça

Bolliger ganhou o Ig Nobel da Paz por um experimento para determinar se é melhor receber uma pancada na cabeça com uma garrafa cheia ou vazia.

Outros prêmios ignóbeis

Medicina veterinária: Catherine Douglas e Peter Rowlinson (Universidade de Newcastle, Reino Unido), "por mostrarem que vacas que têm nome dão mais leite que as que não têm". Muuuuuu.

Biologia: ganharam Fumiaki Tagushi e colegas, por demonstrarem que a massa do lixo orgânico pode ser reduzida em mais de 90% com bactérias extraídas de fezes (!) de pandas.

Medicina: Donald Unger (EUA), por investigar uma possível causa de artrite ao estalar os dedos da mão esquerda - mas sem nunca ter estalado os da direita - todos os dias por mais de 60 anos.

Economia: Diretores de quatro bancos da Islândia ganharam o prêmio por demonstrarem que bancos minúsculos podem ser rapidamente transformados em bancos imensos, e vice-versa - e por demonstrarem que o mesmo pode ser feito com um país inteiro.

Literatura: A polícia de trânsito da Irlanda foi premiada por apresentar mais de 50 multas ao mais frequente motorista infrator no país, Prawo Jazdy, cujo nome em polonês significa "carteira de motorista".

Física: Katherine Whitcome (Universidade de Cincinnatti), Daniel Lieberman (Universidade Harvard) e Liza Shapiro (Universidade do Texas) determinaram analiticamente por que grávidas não caem para a frente.

Matemática: ganhou o Banco do Zimbábue, por dar às pessoas a "oportunidade diária de lidar com uma vasta gama de números". As notas do país vão de 1 centavo a 100 trilhões de de dólares zimbabuanos.

Química: Javier Morales, Miguel Apátiga e Victor Castaño (Unam, México) ganharam o prêmio de química por criarem diamantes a partir de um líquido (no caso, tequila). Quase alquimistas...

Saúde pública: Elena Bodnar e colegas (EUA) inventaram e patentearam "um sutiã que, numa emergência, pode rapidamente ser convertido num par de máscaras contra gases tóxicos".

Fonte: Folha Online

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