Operação Lava Jato

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O presidente da Câmara dos Deputados, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), é apontado como beneficiário de desvios na Petrobras. Segundo depoimentos de delatores da Operação Lava Jato, o peemedebista recebeu US$ 5 milhões em propina de contratos de navios-sondas e também de um negócio fechado pela Petrobras na África. O presidente nega as acusações e afirma que sua acusação é uma estratégia partidária: "O governo quer desviar a mídia do processo de impeachment e quer colocar no PMDB e em mim a situação do assalto à Petrobras, que foi praticado pelo PT e por membros do governo". Entre os parlamentares com mandato, ele foi o primeiro a se tornar réu no STF, em março de 2016 Ed Ferreira/Estadão Conteúdo Mais

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), está entre os investigados pela Operação Lava Jato. Em delação premiada, o ex-diretor de Refino e Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa afirmou que Renan recebeu propina em contratos da diretoria. O lobista Fernando Soares, o Fernando Baiano, disse que Calheiros recebeu "repasses" por meio do também lobista Jorge Luz. O ex-diretor da área Internacional da Petrobras Nestor Cerveró afirmou em delação premiada no começo do ano que Renan "reclamou da falta de repasse de propina" em 2012. O presidente do Senado já é investigado por em seis inquéritos no STF (Supremo Tribunal Federal) sob a suspeita de recebimento de propina. Ele nega qualquer envolvimento em irregularidades e afirma não ter nada a temer: "Se há alguém que quer esclareces esses fatos, sou eu", disse Joel Rodrigues/Frame/Estadão Conteúdo Mais

A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), ex-ministra-chefe da Casa Civil do governo Dilma, é suspeita de envolvimento no esquema investigado pela Operação Lava Jato. Os delatores da Operação Lava Jato Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef confirmaram em agosto do ano passado à CPI da Petrobras que houve repasse de R$ 1 milhão proveniente de propina para a campanha de 2010 da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR). Em nota, ela afirmou que "não conhece e jamais manteve qualquer contato" com Costa e Youssef Sérgio Lima/Folhapress Mais

O senador e ex-presidente da República Fernando Collor (PTB-AL) é um dos investigados pela Operação Lava Jato. Collor foi investigado por suspeitas de que teria recebido até R$ 26 milhões em pagamento de propinas desviadas da Petrobras entre 2010 e 2014. Segundo as investigações, os repasses tinham origem em contratos de troca de bandeira de postos de combustíveis entre a Petrobras Distribuidora e a DVDR Derivados do Brasil. O senador nega participação no esquema e acusa o Ministério Público Federal de perseguição Pedro França/Agência Senado Mais

O senador Lindbergh Farias (PT-RJ), ex-candidato ao governo do Rio de Janeiro, é um dos suspeitos investigados pela Operação Lava Jato. Em depoimentos de Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras, que foi condenado a 12 anos de prisão, e atuou como consultor em sua campanha em 2014, Lindbergh foi apontado como beneficiário do esquema. Ele confirma ter recebido R$ 2 milhões por intermédio de Costa em 2010, mas nega ter participado do esquema de corrupção na estatal. Lindbergh reconhece que foi à sede da Petrobras para pedir doações. "De fato, você pode até dizer que é impróprio. Só que não é ilegal" Sérgio Lima/Folhapress Mais

O senador Humberto Costa (PT-PE), líder do PT no Senado e ex-ministro da Saúde, está entre os investigados da operação. Ele foi apontado, em delação premiada realizada no final de 2014 pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, como beneficiário de cerca de R$ 1 milhão do esquema de propina da estatal. No documento de delação, o senador Delcídio Amaral (PT-SP) alega que o senador Humberto Costa (PT-PE) "agiu com desenvoltura" na Refinaria de Suape (PE). "A minha consciência é tranquila. Nunca participei de nenhum processo de corrupção ou de superfaturamento de licitação", afirmou o senador, que chamou a acusação de "totalmente fantasiosa" Divulgação Mais

O senador e ex-ministro de Minas e Energia Edison Lobão (PMDB-MA) está entre os investigados na Operação Lava Jato. O senador foi citado na delação premiada do ex-diretor da UTC, Walmir Pinheiro, que afirmou que Lobão recebeu propina de R$ 1 milhão em um esquema de corrupção que beneficiou o consórcio vencedor das obras na usina de Angra 3. Lobão é alvo do STF (Supremo Tribunal Federal), que em janeiro autorizou quebra de sigilo bancário e fiscal do ex-ministro. A defesa de Lobão afirma que o senador está tranquilo com a operação e inclusive acompanhou em dezembro de 2015 a ação de busca em apreensão em sua casa, sem preocupações com o que foi levado pela Polícia Federal Sérgio Lima/Folhapress Mais

O senador Romero Jucá (PMDB-RR), ex-líder do governo no Senado, é um dos investigados na Operação Lava Jato por envolvimento com o esquema de corrupção na Petrobras. Em depoimento à Polícia Federal, Jucá admitiu ter estado uma vez com o empreiteiro Ricardo Pessoa, da UTC Engenharia, que se tornou delator na investigação em 2015, a fim de pedir doações para as eleições de 2014 em Roraima, quando seu filho, Rodrigo Jucá, 34, foi candidato a vice-governador pelo PMDB. Ele negou ser amigo de Pessoa e atribuiu a doação "ao respeito e importância (à) sua política, pelo trabalho que desempenha como senador, sendo esse o modelo atual de doações". Ele é investigado por suspeita de formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro Pedro Ladeira/Folhapress Mais

O ex-deputado federal Roberto Sergio Teixeira (PP-PE) está entre os políticos citados na lista de pedidos de abertura de inquéritos na Operação Lava Jato. Ele é investigado por suspeita de formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro Divulgação Mais

O senador Ciro Nogueira (PP-PI), presidente nacional do seu partido, é suspeito de formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro na Operação Lava Jato. Nogueira afirmou que renunciará ao mandato "se surgir qualquer prova objetiva" do seu envolvimento no escândalo de corrupção da Petrobras. "Jamais tive qualquer relação imprópria com qualquer dos acusados da operação Lava Jato", escreveu o parlamentar em sua conta no Twitter Sérgio Lima 12.abr.2013/Folhapress Mais

O deputado federal Simão Sessim (PP-RJ) é investigado por suspeita de formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro na Operação Lava Jato. O deputado disse ter ficado "surpreso com a notícia desde o primeiro momento em que ela veio a público" Divulgação/Câmara dos Deputados Mais

O deputado federal Nelson Meurer (PP-PR) está sendo investigado na operação por suspeita de formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Meurer foi citado em depoimentos do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, como suposto beneficiário de valores distribuídos a deputados do PP. Ele foi indiciado pela Polícia Federal em setembro de 2015 por recebimento de propina oriunda de contratos da Petrobras. Em audiência a Justiça Federal, o deputado afirmou que não participou de processo nenhum de distribuição de vantagens indevidas Lula Marques/Folhapress Mais

O ex-ministro das Cidades e deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) está entre os investigados da Operação Lava Jato. Ele é suspeito de formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Segundo o doleiro Alberto Youssef, o deputado se beneficiou do pagamento mensal de propina feito ao PP, com repasses da "cota" do partido no esquema da Petrobras. Procurado pelo UOL, o deputado não quis comentar as acusações Rodrigo Nunes/Ministério das Cidades Mais

O ex-deputado federal João Alberto Pizzolatti (PP-SC) foi indiciado pela Polícia Federal no âmbito da Operação Lava Jato por corrupção passiva qualificada, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Segundo a PF, ele e ex-deputado federal Mario Negromonte eram líderes do PP e participaram de uma organização criminosa, que ao longo de oito anos movimentou a cerca de R$ 500 milhões "em recursos efetivamente desviados da Petrobrás". Os inquéritos seguem para o Supremo Tribunal Federal, O advogado de Pizzolatti, Michel Saliba, informou que não comentaria Marcelo Camargo/Folhapress Mais

O deputado federal Vander Loubet (PT-MS) está entre o grupo de investigados na Operação Lava Jato. Ele teria recebido propinas que somaram R$ 1.028 milhão em esquema de corrupção instalado na BR Distribuidora. O procurador-geral da República Rodrigo Janot pediu ao STF (Supremo Tribunal Federal) que decrete a perda do mandato de Loubet. O deputado foi denunciado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A assessoria de Vander Loubet informou que o deputado não iria comentar a acusação Dilvulgação Mais

A ex-deputada federal Aline Corrêa (PP-SP) foi citada pelo ex-diretor de Refino e Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa. A filha do ex-deputado Pedro Corrêa (PP-PE), segundo o jornal "O Estado de S. Paulo", disse não ter nenhuma relação com Paulo Roberto Costa e afirmou que as doações à sua campanha foram feitas de forma oficial. Ela é acusada de peculato e teria contratado duas secretárias-fantasmas para repassar parte dos salários a seu pai. Em outubro do ano passado, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) suspendeu liminarmente a ação penal contra a ex-deputada Divulgação Mais

A ex-governadora do Maranhão Roseana Sarney (PMDB-MA) é acusada de receber dois repasses ilícitos que totalizaram R$ 3 milhões do ex-diretor da Petobras Paulo Roberto Costa, e por isso está entre os investigados da Operação Lava Jato. O ex-presidente José Sarney afirmou que a inclusão do nome da filha é uma vingança do procurador geral Rodrigo Janot porque o Senado recusou a indicação do subprocurador-geral da República, Nicolao Dino, para o Conselho Nacional do Ministério Público Marlene Bergamo/Folhapress Mais

Ex-ministro das Cidades de Dilma Rousseff e atual conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia, Mário Negromonte (PP-BA) foi indiciado pela Polícia Federal por corrupção passiva qualificada, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Ele e outros três parlamentares teriam recebido reiteradas vezes, entre 2006 e 2014, propina proveniente de contratos da Petrobras com as empresas Braskem/Odebrecht, Queiroz Galvão, Jaraguá Equipamentos, Mendes Junior e Andrade Gutierrez. Sobre a denúncia, o ex-ministro afirmou em nota que jamais solicitou ou recebeu "vantagens indevidas em qualquer cargo público que tenha ocupado e jamais contribuí para qualquer prática ilícita" Marcelo Camargo/Folhapress Mais

O ex-deputado federal Luiz Argôlo (SDD-BA) entrou para o grupo de investigados na Operação Lava Jato em março de 2015. Em novembro, Argolo foi condenado a 11 anos e 11 meses de prisão pelos crimes de corrupção ativa e lavagem de dinheiro. Segundo a sentença, Argolo recebeu propina de fornecedores da Petrobras de pelo menos R$ 1,47 milhão entre 2011 e 2014, período em que exercia mandato na Câmara dos Deputados. Em janeiro deste ano, ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Teori Zavascki, negou decisão liminar para libertar da prisão o ex-deputado federal Lúcio Bernardo Jr/Agência Câmara Mais

O deputado federal José Mentor (PT-SP) é suspeito de corrupção passiva e lavagem de dinheiro e está sendo investigado pela Operação Lava Jato. O nome de Mentor foi citado pelo doleiro Alberto Youssef, que declarou à Justiça Federal que entregou um total de R$ 380 mil em espécie para o deputado entre janeiro e fevereiro de 2014. Mentor (PT-SP) admitiu, em depoimento prestado ao STF (Supremo Tribunal Federal), que recebeu R$ 38 mil das mãos do doleiro Alberto Youssef como pagamento de uma dívida contraída pelo seu então colega no Congresso André Vargas (ex-PT-PR), que viria a ser preso pela Operação Lava Jato em 2015 Reprodução/Facebook Mais

O deputado federal Arthur Lira (PP-AL), filho do senador Benedito de Lira (PP-AL), começou a ser investigado pela Polícia Federal (PF) na Operação Lava Jato em março de 2015, por suspeita de formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro em casos relacionados à Petrobras. Em setembro, a PF indiciou o deputado por suspeita de prática do crime de corrupção passiva em um dos inquéritos da operação Lava Jato. Em fevereiro deste ano, o STF (Supremo Tribunal Federal) determinou o sequestro de bens até a quantia de R$ 2,6 milhões. Arthur Lira classificou o sequestro como "injusto" e disse que que nem ele e nem seus advogados estão informados sobre a decisão do STF Segundo ele, essa acusação "não tem o menor fundamento" Divulgação Mais

O deputado federal José Otávio Germano (PP-RS) foi indiciado pela Polícia Federal por corrupção passiva qualificada, lavagem de dinheiro e organização criminosa, porque teria intermediado um repasse de R$ 200 mil ao ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa para favorecer uma empresa de engenharia em licitações da estatal. O parlamentar afirmou que não há hipótese de que algo "desabonatório" ao seu nome ou conduta seja encontrado nas investigações Reprodução/Facebook Mais

O senador Benedito de Lira (PP-AL), pai do deputado federal Arthur Lira (PP-AL), está entre os nomes dos políticos investigados na Operação Lava Jato por suspeita de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Lira foi indiciado pela Polícia Federal em setembro de 2015 e negou as acusações. Em fevereiro deste ano, o STF (Supremo Tribunal Federal) determinou o sequestro de bens do senador até o limite de R$ 1,6 milhão. A assessoria de imprensa do senador Benedito de Lira afirmou que o parlamentar "recebeu a notícia com surpresa, mas que ele continua com a mesma postura de serenidade e de confiança na Justiça em relação ao caso" Divulgação Mais

Eduardo da Fonte, deputado federal pelo PP de Pernambuco, está entre os nomes citados nas investigações da Operação Lava Jato. Fonte é suspeito de formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Em julho de 2015, agentes da Polícia Federal apreenderam documentos na casa do parlamentar. Na ocasião, a defesa havia informado que documentos apreendidos pela PF revelaram um mal-entendido Divulgação/Agência Câmara Mais

O ex-deputado federal Cândido Vaccarezza (PT-SP) indiciado pela Polícia Federal, no âmbito da Operação Lava Jato, em setembro de 2015 por recebimento de propina oriunda de contratos da Petrobras. O petista nega as acusações Valter Campanato/Agência Brasil Mais

O senador Gladson Cameli (PP-AC) está entre os investigados pela Polícia Federal na Operação Lava Jato, em função da suspeita de formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Cameli diz que a inclusão do seu nome na lista dos investigados pela Lava Jato lhe causou "estranheza", uma vez que o parlamentar afirma "não possuir qualquer ligação efetiva com a Petrobras, seus diretores ou protagonistas das investigações em curso", segundo nota divulgada por ele Divulgação/Facebook Mais

Condenado no processo do mensalão, o ex-deputado federal Pedro Henry (PP-MT) é investigado na Operação Lava Jato por formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Para evitar a cassação, renunciou ao cargo. Na carta de renúncia escreveu: "Não fugi, não me escondi e nem renunciei, pelo contrário, colaborei e esclareci todas e quaisquer dúvidas". No ano passado, ele recebeu indulto de natal, ficando livre de cumprir o restante da pena e de outras medidas judiciais Pedro Ladeira/Folhapress Mais

O senador e atual presidente do PMDB Valdir Raupp (RO), à direita, é um dos políticos investigados na Operação Lava Jato. O parlamentar é suspeito de receber R$ 500 mil do esquema de corrupção na Petrobras para financiar sua campanha de 2010. A Polícia Federal apura se Refinaria de Manguinhos, controlada pelo empresário Ricardo Magro, pagou despesas de campanha do senador Valdir Raupp. Integrante da equipe que defende o senador Valdir Raupp no STF (Supremo Tribunal Federal), o advogado Daniel Roller, não quis se pronunciar sobre o relatório da Polícia Federal José Cruz/Agência Senado Mais

O deputado federal Sandes Júnior (PP-GO) está entre os investigados pela Polícia Federal na Operação Lava Jato. As denúncias são por suposta formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro em casos na Petrobras. O deputado disse que o doleiro Alberto Youssef, delator da operação, quis "sacrificar" o partido ao citar dezenas de políticos da legenda como envolvidos no escândalo de corrupção 31.jan.2006 - Alan Marques/Folhapress Mais

O deputado federal José Olímpio (PP-SP) participa do grupo de políticos que está sendo investigado na Operação Lava Jato. Olímpio é suspeito de ter cometido crimes como formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Ele afirmou ter sido "surpreendido com muita indignação" por seu nome estar no rol dos investigados Gustavo Lima/Câmara dos Deputados Mais

O deputado federal Roberto Pereira de Britto (PP-BA) foi indiciado pela Polícia Federal por formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A polícia concluiu que eles receberam, entre 2006 e 2014, R$ 300 mil, em média, por mês, proveniente de contratos da Petrobras com as empresas Braskem/Odebrecht, Queiroz Galvão, Jaraguá Equipamentos, Mendes Junior e Andrade Gutierrez. Britto disse em sua página de uma rede social estar surpreso com a acusação e que sua assessoria jurídica vai fornecer informações para auxiliar a Justiça Divulgação Mais

O deputado federal Luiz Fernando Faria (PP-MG) foi indiciado pela Polícia Federal por formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A polícia concluiu que eles receberam, entre 2006 e 2014, R$ 300 mil, em média, por mês, proveniente de contratos da Petrobras com as empresas Braskem/Odebrecht, Queiroz Galvão, Jaraguá Equipamentos, Mendes Junior e Andrade Gutierrez. O deputado não se pronunciou na ocasião em que foi citado Divulgação Mais

O deputado Renato Molling (PP-RS) é acusado de ter recebido uma "mesada" que variava entre R$ 30 mil e R$ 50 mil no esquema de corrupção da Petrobras, segundo delação do doleiro Alberto Youssef. "Não vendo o meu voto e defendo o que é melhor para o país", afirmou Molling em nota. Em seu depoimento na Polícia Federal ele rejeitou qualquer relação com o esquema e negou ter recebido propinas Reprodução/Facebook Mais

O ex-deputado federal Vilson Covatti (PP-RS) é investigado na Operação Lava Jato. Ele é acusado de ter recebido uma "mesada" que variava entre R$ 30 mil e R$ 50 mil no esquema de corrupção da Petrobras, de acordo com delação do doleiro Alberto Youssef. Covatti declarou que nunca recebeu dinheiro de procedência duvidosa: "Me chamaram para a guerra e eu estou disposto a ir até as últimas consequências para descobrir por que meu nome está nessa lista" Divulgação Mais

O deputado federal Luis Carlos Heinze (PP-RS) está entre os investigados da Operação Lava Jato. Suspeito de receber "mesadas" do doleiro Alberto Youssef. Em depoimento à Polícia Federal no inquérito aberto no STF (Supremo Tribunal Federal), o deputado admitiu que "como parlamentar do PP, já tinha ouvido falar de esquemas de corrupção dentro do partido" e disse acreditar na possibilidade de que seus nomes tenham sido "envolvidos" de forma "injusta" no escândalo pela cúpula da sigla Divulgação Mais

O deputado federal Waldir Maranhão (PP-MA), vice-presidente da Câmara dos Deputados, está no grupo de políticos investigados pela Operação Lava Jato. O nome de Maranhão apareceu entre os parlamentares e ex-parlamentares citados pelo doleiro Alberto Youssef que participavam de um grupo de menor expressão dentro do PP e recebiam repasses mensais entre R$ 30 mil e R$ 150 mil da "cota" da legenda no esquema de corrupção que atuava dentro da Petrobras. O parlamentar sempre negou relações com o doleiro Divulgação Mais

O deputado federal Roberto Balestra (PP-GO) é um dos investigados da Operação Lava Jato. Ele é um dos integrante do PP suspeito de formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O nome do deputado apareceu entre os parlamentares e ex-parlamentares, citados pelo doleiro Alberto Youssef, que participavam de um grupo de menor expressão dentro do PP, e recebiam repasses mensais entre R$ 30 mil e R$ 150 mil da "cota" da legenda no esquema de corrupção que atuava dentro da Petrobras. Segundo Balestra, inicialmente Youssef afirmou ter visto o nome do deputado em uma lista, mas o próprio doleiro teria corrigido essa infomação em um segundo depoimento Divulgação/Câmara dos Deputados Mais

Condenado no processo no mensalão, o ex-deputado federal Pedro Corrêa (PP-PE) está sendo investigado na Operação Lava Jato. O ex-parlamentar foi sentenciado a 20 anos e três meses de prisão, além de ter sido condenado pelo juiz Sérgio Moro a devolver R$ 11,7 milhões para a Petrobras, valor equivalente à propina recebida, segundo a acusação. Em março, ele acertou delação premiada na Operação Lava Jato Líbia Florentino/Leia Já Imagens/Estadão Conteúdo Mais

O deputado federal Aníbal Ferreira Gomes (PMDB-CE) é investigado na Operação Lava Jato por suspeita de formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Segundo delações, o deputado era um interlocutor do presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), nos desvios da Petrobras. O ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa revelou em seu depoimento que Gomes participava de reuniões com empreiteiros para negociar os valores das propinas. Quando as informações foram divulgadas, Aníbal negou que houvesse entrega de recursos e afirmou "que não possui relação de amizade com Renan Calheiros" Reprodução Mais

O deputado federal Jerônimo Goergen (PP-RS) é um dos investigados na Operação Lava Jato. Ele é acusado de ter recebido uma "mesada" que variava entre R$ 30 mil e R$ 50 mil no esquema de corrupção da Petrobras, de acordo com delação do doleiro Alberto Youssef. Depois da inclusão de seu nome nas investigações, Goergen se licenciou do diretório estadual do PP. Em nota, expressou "tristeza e indignação" com a denúncia e disse que seu nome foi usado de forma indevida. Assim como Heinze, Goergen disse acreditar na possibilidade de que seu nome tenha sido "envolvido" de forma "injusta" no escândalo pela cúpula da sigla Agência Brasil Mais

O ex-deputado federal Carlos Magno Ramos (PP-RO) é investigado na Operação Lava Jato por suspeita dos crimes de formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Magno alegou em depoimento à Polícia Federal que "perdeu parte da memória", depois de uma encefalopatia provocada por hepatite C. Segundo o deputado, apesar dos problemas de saúde, tem certeza de que não conheceu o doleiro Alberto Youssef nem foi beneficiado por recursos desviados do esquema na Petrobras Reprodução/Facebook Mais

O deputado federal Dilceu Sperafico (PP-PR) está sendo investigado pela Polícia Federal na Operação Lava Jato, em função das suspeitas de formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O nome do deputado está entre os parlamentares, citados pelo doleiro Alberto Youssef, que participavam de um grupo do PP, e recebiam repasses mensais entre R$ 30 mil e R$ 150 mil da "cota" da legenda no esquema de corrupção que atuava dentro da Petrobras. "Nunca tratei com empreiteiras e só conheço o Paulo Roberto Costa (ex-diretor de Abastecimento da Petrobras) e o Alberto Yousseff (doleiro e delator do suposto esquema de pagamento de propina) pela televisão", afirmou Sperafico Reprodução/Site oficial Mais

O deputado federal Lazaro Botelho Martins (PP-TO) é investigado na Operação Lava Jato devido às suspeitas de formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Depois da citação, o deputado pediu para deixar o conselho da Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados. Em nota, Botelho disse estar "absolutamente tranquilo" e ter certeza de que provará sua inocência Reprodução/Facebook Mais

O vice-governador da Bahia João Leão (PP-BA) é um dos políticos investigados pela Polícia Federal na Operação Lava Jato. Leão foi citado em delações premiadas durante a investigação de esquema de corrupção na Petrobras. Após dizer que não entende o motivo de ter sido incluído nas investigações, o vice-governador afirmou, em nota, estar "cagando e andando, em bom português, na cabeça desses cornos todos", se referindo às pessoas que o citaram durante as apurações Divulgação Mais

O deputado federal José Linhares Ponte (PP-CE) é investigado pela Operação Lava Jato em função das suspeitas de formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro no esquema de corrupção na Petrobras Divulgação Mais

O deputado federal Afonso Hamm (PP-RS) está entre o grupo de políticos investigados na Operação Lava Jato. Suspeito de receber "mesadas" do doleiro Alberto Yousseff, ele afirmou que tomou conhecimento do pedido de abertura de inquérito com "surpresa". O parlamentar disse estar convicto de que "o desdobramento das investigações e a posterior elucidação dos fatos" serão sua maior resposta Divulgação Mais

O ex-ministro da Fazenda e da Casa Civil Antônio Palocci (PT-SP) é um dos investigados na Operação Lava Jato. O ministro Teori Zavascki remeteu à Justiça Federal do Paraná a investigação contra Palocci por causa de sua função como tesoureiro na campanha de Dilma Rousseff (PT) à Presidência em 2010. Palocci negou envolvimento com o escândalo e disse que a inclusão de seu nome na lista "não faz o menor sentido" Folhapress Mais

O lobista Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano, teve pedido de abertura de inquérito aceito pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Teori Zavascki. Baiano é acusado por delatores da Operação Lava Jato de cobrar propina de obras na Petrobras para o PMDB. Baiano é suspeito de ser o elo entre PMDB e esquema de corrupção na estatal. O relatório da Polícia Federal mostrou que Baiano pode ter recebido repasses da Odebrecht enquanto estava preso em Curitiba negociando seu acordo de delação premiada. O advogado Mario Oliveira Filho negou a ligação de Baiano com o PMDB e disse que ele faz negócios lícitos Reginaldo Teixeira/ Veja Mais

Em setembro de 2015, o ex-tesoureiro nacional do PT João Vaccari Neto foi condenado pela Justiça Federal a 15 anos e quatro meses de reclusão pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa. Ele é um dos citados pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa como suposto envolvido em pagamento de propina com dinheiro dos cofres da estatal. Vaccari também é réu em outras ações. O criminalista Luiz Flávio Borges D'Urso, advogado de Vaccari Neto, diz não haver provas contra o petista. "Não existe nada, não há uma prova sequer contra Vaccari. A única coisa que se verifica são informações de delatores" Lula Marques/Folha imagem Mais

A Polícia Federal investiga através da Operação Lava Jato o suposto envolvimento do ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (PMDB) em casos de corrupção. Em depoimentos à PF, o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa disse ter arrecadado R$ 30 milhões para "caixa 2" da campanha de Cabral e Luiz Fernando Pezão ao governo do Rio em 2010. Na época, Pezão era candidato a vice-governador. Cabral nega qualquer participação em esquema de corrupção e favorecimento de empresas ligadas à Petrobrás Carlos Magno/ Governo do Rio de Janeiro Mais

O atual governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB), é investigado na Operação Lava Jato por suposto envolvimento no esquema de corrupção na Petrobras. Segundo o ex-diretor de Abastecimento da estatal Paulo Roberto Costa, foram arrecadados R$ 30 milhões para "caixa 2" da campanha de Sérgio Cabral (PMDB) e Pezão ao governo do Rio em 2010. Na época, Pezão era candidato a vice-governador e negou as acusações. "Nunca presenciei qualquer reunião em que o ex-governador Sérgio Cabral tenha pedido qualquer ajuda de campanha", disse Pezão Bruno de Lima/Agência O Dia/Estadão Conteúdo Mais

O governador do Acre, Tião Viana (PT), é suspeito de ter recebido recursos desviados pelo esquema de corrupção investigado pela Lava Jato. O ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa disse à Polícia Federal que repassou a Viana R$ 300 mil em 2010. O petista nega as acusações e sua defesa afirmou que "em campanha eleitoral, não tinha tempo para identificar as pessoas doadoras, sejam físicas ou jurídicas, muitas, até hoje, não identificadas por ele" Reprodução/Facebook Mais

O senador Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE), ex-ministro da Integração Nacional na gestão da presidente Dilma, foi apontado pelo delator Paulo Roberto Costa como intermediário de pagamento de propina de R$ 20 milhões para a campanha de 2010 do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB), morto no ano passado. Fernando Bezerra Coelho responde a pelo menos mais quatro inquéritos no STF. Ele nega as acusações e diz que confia no trabalho das autoridades e vai "colaborar com os ritos processuais" Sergio Lima/Folhapress Mais

A Polícia Federal investiga na Operação Lava Jato o ministro da Comunicação Social, Edinho Silva. Ele foi tesoureiro da campanha à reeleição de Dilma Rousseff (PT) em 2014. Segundo depoimento do empresário Ricardo Pessoa, da UTC, Edinho teria recebido R$ 7,5 milhões para a campanha da petista. A suspeita é de que o dinheiro seja oriundo de pagamento de propina. Edinho nega irregularidades e diz que "não tem medo da verdade". "O maior defensor desse processo sou eu. Eu espero que ao final de tudo isso a verdade prevaleça", declarou Sergio Lima/Folhapress Mais

O ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque foi condenado pela Justiça Federal do Paraná, em setembro de 2015, a 20 anos e 8 meses de detenção pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa no âmbito da Operação Lava Jato. Duque, que também é réu em outras ações, foi acusado pelo Ministério Público Federal de envolvimento em esquema bilionário de pagamento de propinas em licitações para obras da estatal e deverá pagar multa de R$ 1,2 milhão. Em fevereiro, o STF negarou por unanimidade o habeas corpus impetrado pela defesa de Duque Sergio Lima/Folhapress Mais

O lobista Júlio Camargo foi condenado pela Justiça Federal do Paraná, em setembro de 2015, por envolvimento no esquema de corrupção na Petrobras. Camargo foi condenado a 12 anos de prisão por intermediar pagamento de propina, mas por ter colaborado ao longo do processo com delações, a pena do lobista passou para cinco anos em regime aberto Reprodução Mais

O ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco foi condenado pela Justiça Federal, em setembro de 2015, por envolvimento no esquema de corrupção na estatal. A condenação determina que ele permaneça em casa nos fins de semana e à noite, e use tornozeleira eletrônica por dois anos. Barusco foi beneficiado pelo acordo de delação premiada e por ter devolvido US$ 98 milhões, "um provável recorde em processos criminais no Brasil", segundo o juiz Sérgio Moro UESLEI MARCELINO/REUTERS Mais

O delator e executivo da Toyo Setal Augusto Mendonça foi condenado pela Justiça Federal, em setembro de 2015, por envolvimento no esquema de corrupção na Petrobras. Por ter colaborado com a Justiça, a pena de Mendonça, fixada inicialmente em 16 anos e oito meses, foi convertida em noves anos em regime aberto, sem a tornozeleira eletrônica, apesar de ter confessado crimes que renderiam penas de mais de 40 anos de prisão Lucio Bernardo Jr. / Câmara dos Deputados Mais

A Justiça Federal aceitou, em setembro de 2015, denúncia contra o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha no âmbito da Operação Lava Jato, que investiga um grande esquema de corrupção na Petrobras. Dirceu já cumpre pena por ter sido condenado no processo do mensalão. A defesa do ex-ministro afirmou que ele não cometeu nenhum ato ilícito relacionado a Lava Jato Heuler Andrey/AFP Mais

Marcelo Odebrecht, ex-presidente e herdeiro do grupo Odebrecht, foi condenado pelo juiz federal Sérgio Moro a 19 anos e 4 meses de prisão pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e por integrar organização criminosa. Ele está preso desde junho de 2015, quando foi alvo de uma fase da Operação Lava Jato, e virou réu da Justiça um mês depois. Marcelo Odebrecht e outros três executivos do grupo foram considerados culpados por corrupção, lavagem de dinheiro e formação de organização criminosa para obtenção de contratos que somam R$ 12,6 bilhões de parte das obras do Comperj (Complexo Petroquímico do Rio), da refinaria Abreu e Lima (Rnest, PE) e da refinaria Getúlio Vargas (Repar, PR) Giuliano Gomes/Estadão Conteúdo Mais

O senador Delcídio do Amaral (PT-MS) foi preso por decisão do Supremo Tribunal Federal, acusado de tentar obstruir as investigações da Operação Lava Jato. Em novembro de 2015, Delcídio foi preso após o Ministério Público Federal apresentar evidências de que ele tentava conturbar as investigações. Em março, o senador decidiu fazer acordo de delação premiada perante o grupo de trabalho da Procuradoria-Geral da República na Operação Lava Jato Pedro Ladeira/Folhapress Mais

O banqueiro do BTG Pactual André Esteves foi preso, em novembro de 2015, por decisão do Supremo Tribunal Federal, acusado de tentar obstruir as investigações da Operação Lava Jato. A defesa do banqueiro pediu ao Supremo a revogação da prisão preventiva do executivo. O advogado Antonio Carlos de Almeida Castro, conhecido como Kakay, afirma que André Esteves não participou de reuniões no Rio de Janeiro com o advogado do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró, Edson Ribeiro, na qual discutiriam o pagamento de uma mesada para manipular a delação de Cerveró. Em dezembro, o ministro Teori Zavascki determinou a soltura de Esteves por frágeis provas e falta de comprovação Jean-Christophe Bott/EFE Mais

O doleiro Alberto Youssef é apontado pela Polícia Federal como um dos principais operadores de corrupção e desvio de dinheiro na Petrobras. Ele foi preso em março de 2014, e fez acordo de delação premiada para reduzir sua pena, determinada em 2015 em 9 anos e 2 meses de prisão. Youssef delatou desvios de contratos da Petrobras com empreiteiras, e o envolvimento de políticos como beneficiários do esquema de corrupção, citando, por exemplo, os nomes de João Pizzolati (SC) e Mário Negromonte (BA), deputados do PP que recebiam propinas mensais, e a entrega de R$ 30 milhões para campanha eleitoral de Luiz Fernando Pezão, governador do Rio de Janeiro, e o ex-governador do Estado Sergio Cabral, em 2010 Pedro Ladeira/Folhapress Mais

O ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa é um dos personagens centrais do esquema de corrupção e propinas instalado na estatal entre 2004 e 2014. Costa assumiu o cargo estratégico na Petrobras em 2004, por indicação do PP. Ele revelou em delação premiada que outros partidos, como o PT e o PMDB, assumiram o controle de outras áreas da Petrobras, e citou 28 deputados e senadores supostamente beneficiários da corrupção na petrolífera. A delação lhe garantiu, em outubro de 2014, a prisão domiciliar. Em outubro de 2015, Costa recebeu autorização para passar o dia fora, mas ainda sob monitoramento de tornozeleira eletrônica e com a obrigação de dormir em casa Pedro Ladeira/Folhapress Mais

O ex-diretor da área internacional da Petrobras Nestor Cerveró, foi preso em janeiro por crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. O Ministério Público Federal recorreu da sentença, pedindo o aumento da pena e da multa imposta ao réu, fixada em 750 salários mínimos. A defesa de Cerveró, à época comandada pelo advogado Edson Ribeiro, também recorreu argumentando insuficiência de provas. Porém, Ribeiro foi preso em novembro sob suspeita de tramar com o senador Delcídio do Amaral (PT-MS) a fuga de Cerveró para o exterior. O ex-diretor firmou um acordo de colaboração premiada com a Justiça em que se comprometeu a detalhar crimes em troca da redução de pena Geraldo Bubniak/AGB/Estadão Conteúdo Mais

O presidente da empreiteira UTC, Ricardo Pessoa, é um dos delatores do esquema de corrupção investigado na Operação Lava Jato. Ele é acusado de ser o organizador do cartel de empreiteiras criado para obter contratos com a Petrobras em troca de pagamento de propina a funcionários da estatal, operadores do esquema e políticos. Preso em novembro de 2014, o delator foi para regime domiciliar em março de 2015 e se livrou da tornozelera se levava em janeiro deste ano. Em audiência da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Petrobras, Pessoa disse aos deputados que pagou propina por medo de perder contratos na estatal e comprometer a sua empresa. "Denunciar as vantagens indevidas poderia ser danoso à empresa. Cedi aos pedidos e paguei para manter o direito de a minha empresa existir", disse Lucio Bernardo Junior / Câmara dos Deputados Mais

O pecuarista José Carlos Bumlai, amigo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foi preso em novembro de 2015. Segundo o juiz Sérgio Moro, à frente das ações ligadas à Operação Lava Jato, Bumlai "teria se servido, por mais de uma vez e de maneira indevida, do nome e autoridade do ex-presidente da República para obter benefícios". O nome do pecuarista foi citado pelo lobista Fernando Soares, o Fernando Baiano, um dos delatores da Lava Jato, que disse ter pago a Bumlai R$ 2 milhões, dinheiro que seria destinado a uma nora de Lula. Para tentar obter uma pena menor, o pecuarista contou a delegados da Polícia Federal que pegou emprestado R$ 12 milhões do Banco Schahin em 2004 para repassar ao caixa dois do PT Rodolfo Buhrer/Reuters Mais

O empresário Salim Schahin é um dos acionistas do Grupo Schahin e, em novembro de 2015, ele declarou ao Ministério Público Federal que o Banco Schahin emprestou R$ 12 milhões em 2004 para o pecuarista José Carlos Bumlai, amigo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O empréstimo nunca foi quitado. Segundo Salim, a dívida foi perdoada em 2009. Na ocasião do empréstimo, Bumlai teria dito a ele que o dinheiro seria destinado a cobrir 'dívidas do PT'. Schahin fechou acordo de delação premiada, para reduzir sua pena Ed Ferreira/Folhapress Mais

O lobista Milton Pascowitch é um dos delatores da Operação Lava Jato. Em junho de 2015, ele começou a contar o que sabe sobre o esquema de corrupção e propinas instalado na Petrobras entre 2004 e 2014. Em troca da delação, Pascowitch deixou a custódia da Polícia Federal em Curitiba, após 39 dias preso. Pascowitch foi o pivô da deflagração da operação Pixuleco, que levou à prisão o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu. Seu advogado ponderou que ainda há discussões no Supremo Tribunal Federal sobre os poderes judiciais de uma CPI. Segundo o advogado do lobista, as CPIs, por exemplo, não têm poder para decretar prisões preventivas ou decretar interceptações telefônicas. No seu entendimento, não está claro se uma comissão parlamentar pode ter acesso ao conteúdo de uma delação premiada antes do oferecimento da denúncia Marcelo Camargo/Agência Brasil Mais

O ex-diretor geral da área internacional da Petrobras Jorge Zelada foi condenado pela Justiça Federal a 12 anos e dois meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, além de multa. O executivo está preso desde de julho de 2015. Os investigadores descobriram uma conta secreta do ex-diretor no principado de Mônaco. O criminalista Renato de Moraes, que conduz a defesa de Jorge Zelada, disse que a condenação do ex-diretor é injusta. "A defesa está inconformada e vai apresentar recurso ao Tribunal Regional Federal para reformar esta decisão", disse o advogado Paulo Lisboa/Brazil Photo Press/Estadão Conteúdo Mais

Otávio Marques de Azevedo, presidente da construtora Andrade Gutierrez, foi solto pela Justiça Federal do Rio após ter sido preso pela segunda vez. Ele assinou no começo de fevereiro um acordo de delação premiada e ficará em prisão domiciliar, com tornozeleira eletrônica. Azevedo é acusado de corrupção e lavagem de dinheiro em contratos da empreiteira com a Petrobras. O advogado da Andrade Gutierrez, Juliano Breda, afirmou à Folha que "a decisão é justa porque a prisão era injustificável" Rodolfo Buhrer/Reuters Mais

Dalton dos Santos Avancini é ex-presidente da divisão de Engenharia da Camargo Corrêa e delator da Lava Jato, operação que investiga esquema de corrupção instalado na Petrobras entre 2004 e 2014. A Camargo Correia faria parte, segundo as investigações, de um cartel de empreiteiras que pagava propina em troca de contratos com a estatal. A Camargo Corrêa afirma que vem colaborando com as investigações e que tem evitado comentar as delações de seus executivos Claudio Belli/Valor Mais

Sérgio Cunha Mendes, ex-vice presidente da empreiteira Mendes Júnior, foi condenado em novembro de 2015 a 19 anos e quatro meses de reclusão por corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa. Mendes e outros executivos da Mendes Júnior foram presos em novembro de 2014, acusados de envolvimento no esquema de corrupção instalado na Petrobras entre 2004 e 2014. A defesa de Mendes disse que o empresário foi vítima de "achaques" para assegurar contratos da empreiteira com a Petrobras. Em abril de 2015, o Supremo Tribunal Federal concedeu ao executivo o benefício de prisão domiciliar Zeca Ribeiro/Agência Câmara Mais

O sócio-diretor da Engevix José Antunes Sobrinho foi preso em setembro de 2015 sob a acusação de ter efetuado pagamentos indevidos a uma empresa de propriedade do ex-presidente da Eletronuclear Othon Luiz Pinheiro da Silva, que é réu da Lava Jato. Segundo o Ministério Público Federal, a ligação entre a corrupção na Petrobras e na Eletronuclear decorre de uma mesma "organização criminosa". O empresário negocia um acordo de delação premiada Geraldo Bubniak/AGB/Estadão Conteúdo Mais

O ex-deputado federal André Vargas (ex-PT-PR), à direita, foi condenado em setembro de 2015 a 14 anos e 4 meses de prisão pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro desviado de contratos de publicidade da Caixa Econômica Federal e do Ministério da Saúde. A denuncia apresentada pelo MPF (Ministério Público Federal) indica lavagem de dinheiro na compra de uma casa em Londrina (PR), o que Vargas nega. "Minha casa cabe perfeitamente na minha receita", disse Vargas ao juiz Sério Moro. Vargas foi o primeiro político condenado na Operação Lava Jato Sérgio Lima/Folhapress Mais

O senador Jader Barbalho (PMDB-PA) foi denunciado pela Procuradoria Geral da República, após delação premiada do lobista Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano. Ele citou Jader, além dos senadores Renan Calheiros (PMDB-AL) e Delcídio Amaral (PT-MS), ao narrar suposto recebimento de US$ 6 milhões em propinas em contratação do navio-sonda Petrobras 10.000, em 2006. Barbalho negou o recebimento de propina. "Estou com tranquilidade e posso dizer que não há nenhum envolvimento de minha parte", afirmou em reunião da Comissão de Constituição e Justiça do Senado Alan Marques/Folhapress Mais

O ministro da Ciência e Tecnologia, Celso Pansera, foi alvo de uma ação de buscas da Polícia Federal no dia 15 de dezembro. Pansera, do PMDB, é considerado aliado do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, e foi classificado pelo doleiro Alberto Youssef como "pau-mandado de Cunha" durante depoimento à CPI da Petrobras. Em nota, o ministro manifestou "pleno interesse no esclarecimento dos fatos sob investigação" Ed Ferreira/Brazil Photo Press/Estadão Conteúdo Mais

O ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), é ex-presidente da Câmara e foi citado em depoimentos da Operação Lava Jato por ter participado em 2011 de reuniões com diretores da Petrobras denunciados por corrupção, entre eles Paulo Roberto Costa e Renato Duque. A casa do ministro foi alvo de uma ação de busca e apreensão da Polícia Federal em dezembro de 2015. Alves negou o envolvimento e disse ter ficado surpreso com a ação, afirmando estar disponível para prestar qualquer esclarecimento Alan Marques/ Folhapress Mais

Sergio Machado foi presidente da Transpetro por mais de dez anos e deixou o cargo após os desdobramentos da Operação Lava Jato. O delator Paulo Roberto Costa citou Machado como responsável pelo pagamento de R$ 500 mil em propina originada a partir de contratos superfaturados da Petrobras. Em dezembro de 2015, Machado foi alvo de uma ação da Polícia Federal que cumpriu mandados de busca e apreensão em residências, em mais uma etapa da Lava Jato. Machado afirmou estar à disposição de todos os órgãos envolvidos nas investigações para prestar os esclarecimentos nescessários Luciana Whitaker/Valor Mais

O empresário pernambucano Aldo Guedes também é alvo da operação Catilinárias, executada pela Polícia Federal no dia 15 de dezembro, com objetivo de cumprir mandados de busca e apreensão em locais associados a vários investigados na Operação Lava Jato. O advogado Ademar Riqueira, que defende o empresário Guedes, afirmou que as informações são a reprodução de um depoimento, obtido em delação premiada, que não veio acompanhado de nenhuma prova Blog do Jamildo/NE10 Mais

O ex-deputado federal Alexandre Santos (PMDB-RJ) foi citado nos depoimentos do delator Fernando Soares por suposta influência em uma das diretorias da Petrobras. Santos contou que Paulo Roberto Costa lhe pediu uma ajuda para se aproximar do ex-prefeito de Itaboraí, Sérgio Soares (PP), e por isso eles tinham uma relação. Segundo o deputado, o ex-diretor da Petrobras queria conversar com o ex-prefeito sobre o Comperj, complexo cujas obras também são alvo de investigações de superfaturameto. "Por que eu receberia alguma coisa dele?", disse Santos ao questionarem se ele recebeu propina intermediada por Costa Sérgio Lima/Folhapress Mais

A Polícia Federal investiga se empreiteiras e o pecuarista José Carlos Bumlai favoreceram o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva por meio do sítio em Atibaia (SP) e o tríplex no Guarujá (SP). O ex-presidente nega as acusações. No dia 4 de março, ele foi levado para o aeroporto de Congonhas (zona sul de São Paulo), onde prestou depoimento à Polícia Federal, e também foi alvo de mandado de busca e apreensão. Lula é alvo também de um inquérito da Polícia Federal que investiga a sua suposta participação e a de outros agentes públicos em um esquema de venda de medidas provisórias apurado pela Operação Zelotes. O petista ainda não foi indiciado ou denunciado. Alan Marques/ Folhapress Mais

1º.abr.2016 - O jornalista Breno Altman em foto de 24 de dezembro de 1998. O diretor editorial do site Opera Mundi foi conduzido coercitivamente pela PF nesta sexta-feira para depor na 27ª fase da Operação Lava Jato, denominada Carbono 14 Marie Hippenmeyer (24.dez.1998)/AFP Mais

1º.abr.2016 - O ex-secretário-geral do PT, Silvio Pereira, preso preventivamente na 27ª fase da Operação Lava Jato, deixa o IML de Curitiba após passar por exame de corpo delito Geraldo Bubniak/AGB/Estadão Conteúdo Mais

1º.abr.2016 - O empresário Ronan Maria Pinto, dono do Diário do Grande ABC, e preso preventivamente na 27ª fase da Operação Lava Jato, deixa o IML de Curitiba após passar por exame de corpo delito Geraldo Bubniak/AGB/Estadão Conteúdo Mais

12.abr.2016 - O ex-senador Gim Argello (PTB-DF) deixa sua residência por volta das 9h20 desta terça-feira escoltado por agentes da Polícia Federal, no Lago Sul, em Brasília (DF). Ele será levado para a Superintendência da PF em Brasília. O parlamentar é alvo da 28ª fase da operação Lava Jato, que investiga corrupção na CPI da Petrobras, batizada de "Vitória de Pirro" Dida Sampaio/Estadão Conteúdo Mais

12.abr.2016 - Ex-diretor da OAS Dilson de Cerqueira Paiva Filho deixa a sede da Polícia Federal, em São Paulo (SP), após prestar depoimento referente à 28ª fase da Operação Lava Jato. A ação, batizada de "Vitória de Pirro", investiga a cobrança de propinas para evitar convocação de empreiteiros em comissões parlamentares de inquérito sobre a Petrobras Marcos Bezerra/Futura Press/Estadão Conteúdo Mais

12.abr.2016 - Movimentação na sede da Polícia Federal, no Rio de Janeiro (RJ), durante a 28ª fase da Operação Lava Jato. A ação, batizada de "Vitória de Pirro", investiga a cobrança de propinas para evitar convocação de empreiteiros em comissões parlamentares de inquérito sobre a Petrobras José Lucena/Futura Press/Estadão Conteúdo Mais

12.abr.2016 - Marcos Paulo Ramalho, ligado a OAS, deixa a Polícia Federal em São Paulo (SP), após ser ouvido. A ação faz parte da 28ª fase da Operação Lava-Jato, batizada "Vitória de Pirro" Luiz Cláudio Barbosa/Código 19/Estadão Conteúdo Mais

Veja quem é investigado na Lava Jato

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