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Ricky Hiraoka


Selfies com Sabrina, Scooby assediado e dúvida picante: o Carnaval dos vips

Matias Maxx/UOL
Sabrina Sato troca beijos com Duda Nagle no camarote CarnaUOL N1 Imagem: Matias Maxx/UOL
Ricky Hiraoka

Formado em jornalismo pela USP e pós-graduado em roteiro pela FAAP, Ricky Hiraoka foi colunista social na revista VEJA SÃO PAULO e na L'Officiel, colaborador de títulos como Glamour, Estilo e Boa Forma e apresentador da TV Marie Claire. Como roteirista, escreveu as séries Z4 (SBT/Disney), Eu, Ela e Um Milhão de Seguidores (Multishow), alem do reality show Fábrica de Casamentos (SBT/Discovery) e o humorístico Ceará Fora da Casinha (Multishow).

2019-03-05T07:56:47

05/03/2019 07h56

O trabalho hercúleo que as escolas de samba fazem durante um ano inteiro corre o risco de passar despercebido. Pelo menos, por parte do público que vai à Sapucaí ver os desfiles de Carnaval dos camarotes. Embora sejam idealizados para oferecer os melhores ângulos para quem quer curtir o espetáculo, esses espaços vips são recheados de atrações (programadas ou não) que entretêm os convidados e os distraem a ponto de fazê-los esquecer dos carros alegóricos, alas e musas que evoluem na avenida.

O Nosso Camarote exagera no clima de balada com shows grandiosos que competem diretamente com os desfiles. No domingo, primeiro dia de apresentações do grupo especial, a cantora Iza e o grupo Jeito Moleque arrastaram centenas de pessoas para a área interna do camarote. Entre os mais animados estava o ator Rainer Cadete. Ele estava tão empolgado que foi o único que continuou dançando quando Ronald assumiu as pick-ups por volta das 4h30 da manhã. Apesar do esforço, o garoto não engajou a galera com seus remixes e o clima esfriou. O ex-jogador Ronaldo, sócio do espaço, assistiu de um canto à apresentação do filho e pouco circulou pelo local para evitar o assédio.

Do lado de fora, o casal Marcos Veras e Rosanne Mullholand estava focado na evolução das escolas de samba. Só saíram de lá quando foram embora por volta das 4 da manhã. Ela levava penas na cabeça simulando um tímido cocar indígena, o que fez muita gente se perguntar: "Não seria apropriação cultural?"

Quem também ficou o tempo todo colado na grade para não perder nenhum detalhe dos desfiles foram os atores Marcus Majella e Cacau Protásio. Eles estavam tão compenetrados que evitaram até falar com a imprensa. "Amor, eu tô bebendo e curtindo. Melhor não dar entrevista", desconversou Majella, que só abriu um sorriso quando Pedro Scooby foi até ele dar um abraço. O marido de Luana Piovani, aliás, foi bem assediado. Mais de uma vez, ele se desvencilhou de uma morena que tentava insistentemente abraçá-lo.

Já no camarote CarnaUOL N1 a grande atração é involuntária. Quem faz todos tirarem os olhos da avenida é a musa Sabrina Sato. Na noite de segunda, ela chegou em um dos cercadinhos vip quando a Paraíso do Tuiuti estava entrando na Sapucaí. Durante todo o desfile da escola, Sabrina atendeu anônimos e famosos e fez 47 selfies (sim, a coluna teve o trabalho de contar o número de vezes que miraram o celular para o rosto da apresentadora). 

Quem quase se deu mal tirando uma foto com Sabrina foi a jornalista Glenda Kozlowski que deixou o smartphone escorregar da mão e viu o aparelho se espatifar na avenida. Apesar do susto, o telefone saiu do acidente sem nenhum arranhão e passa bem.

No meio de todo assédio em torno de Sabrina, um conhecido empresário de São Paulo tentou chegar em Duda Nagle para esclarecer uma dúvida bem peculiar. Ele queria abordar o ator para perguntar se a fama de que a natureza tinha sido generosa com o marido de Sabrina procedia. "Duas amigas tiveram o privilégio de ver de perto e disseram que a coisa ali GG", dizia ele para quem quisesse ouvir. O empresário foi contido por amigos e não teve sua curiosidade satisfeita. A coluna deixa em aberto a possibilidade de atualizar esse texto caso Duda ou Sabrina queiram confirmar a informação.